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| Guilherme Moraes Nascimento, de 20 anos, foi atingida por disparos de arma de fogo, sofrendo ferimentos na cabeça e no braço |
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| Ronie Amorim Ribeiro, de 23 anos, conhecido como “Diabinho”,acusado |
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| Guilherme Moraes Nascimento, de 20 anos, foi atingida por disparos de arma de fogo, sofrendo ferimentos na cabeça e no braço |
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| Ronie Amorim Ribeiro, de 23 anos, conhecido como “Diabinho”,acusado |
O Ministério Público do Piauí (MPPI) intensificou a fiscalização sobre os postos de combustíveis e distribuidoras que operam no Piauí.
A ação integrada visa barrar aumentos arbitrários nos preços da gasolina e do diesel, prática que pode gerar punições severas para as empresas que tentarem lucrar de forma desproporcional sobre o consumidor.
O Coordenador Geral do Procon Estadual, Promotor Nivaldo Ribeiro, tem sido enfático nas redes sociais e canais oficiais do MPPI sobre o rigor das inspeções. De acordo com Ribeiro, as distribuidoras e postos que não comprovarem a necessidade técnica do reajuste imediato podem enfrentar multas pesadíssimas.
“Alegam uma guerra, mas os órgãos oficiais dizem que não foi autorizado o aumento. A Petrobras diz que não foi autorizado, então a gente tem que analisar, nenhum consumidor piauiense sabe de onde veio esse aumento. Estamos vigilantes quanto ao aumento abusivo. Aqueles que aplicarem reajustes sem justa causa, especialmente sobre o estoque antigo, podem ser multados em até R$ 10 milhões“, alertou Nivaldo Ribeiro. O coordenador destaca que a fiscalização não é apenas visual, mas contábil, analisando se o posto está “antecipando” um reajuste que ainda não pagou para receber.
A orientação das autoridades é para que o cidadão seja o primeiro fiscal. Para que o Ministério Público possa agir com rapidez, o consumidor deve:
Exigir a Nota Fiscal: Ela é o documento jurídico que prova o valor pago e a data da transação;
Observar a data do reajuste: Se o aumento ocorreu logo após um anúncio nacional, sem que o posto recebesse carga nova, há indício de irregularidade;
Denunciar: Utilizar os canais do Procon Municipal de Parnaíba ou o aplicativo do MPPI para enviar fotos dos preços e das notas. Acesse o link oficial de reclamações do MPPI: CLIQUE AQUI PARA DENUNCIAR
Portal Costa Norte
Roberson dos Santos Silva, 33 anos, o Jacó - mandado de prisão preventiva nos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Francisco de Assis Rodrigues dos Santos, 32 anos - mandado de prisão temporária (30 dias), nos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Fábio Nascimento Sousa Filho, 26 anos - mandado de prisão temporária (30 dias), nos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Francisco Vitor Vital Rodrigues, 19 anos - mandado de prisão temporária (30 dias), nos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Gilvan Oliveira Marques, 39 anos - natural de Araioses-MA - mandado de prisão temporária (30 dias), nos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Carlos Antonio Galeno dos Santos, 35 anos - mandado de prisão por dívida alimentar no valor de R$ 6.375 reais.
Katielson Araújo Silva, 33 anos - mandado de prisão cível por dívida alimentar no valor de R$ 594 reais (valor sem reajuste/2023). O mandado foi expedido pela Vara Única de Piracuruca/PI.
informações do Portal do Catita
Ao ser desarmado e receber a voz de prisão, ele primeiramente deu nome errado à patrulha como sendo Francisco Wanderson.
O caso foi levado à central de flagrantes de Parnaíba. Nesta distrital, foi descoberto que seu verdadeiro nome é José Anderson Pereira, de 20 anos (29 anos), conhecido Menor ou Ciclone, procedente de Fortaleza-CE.
Contra ele, havia um mandado de prisão temporária expedido pela 6ª Vara do Júri da Comarca de Fortaleza-CE, pelos crimes de homicídio e organização criminosa.
O delegado Renato Pinheiro mandou lavrar o flagrante das armas de fogo. No sábado (14), passará pela audiência de custódia.
| Foto PC/ilustra |


De autoria dos deputados Fernanda Melchionna (PSol-RS) e Marcos Tavares (PDT-RJ), o projeto foi aprovado com substitutivo da relatora, deputada Delegada Ione (Avante-MG).
A deputada Fernanda Melchionna afirma que, atualmente, apenas 6% das medidas protetivas contam com monitoramento eletrônico. Ela frisa que a ferramenta reduz os feminicídios assim como a taxa de reincidência dos agressores em outros crimes relacionados à violência doméstica.
A medida seguirá para o senado.